A fermentação aprende-se a fazer. Por isso levamos o koji, o miso e as barricas para fora da produção: sessões práticas em grupos pequenos, onde se mexe, se prova e se leva alguma coisa para casa a fermentar.
Não são demonstrações. Cada pessoa trabalha o seu frasco.
Sessões práticas de meio dia. Faz-se koji, prepara-se um miso do início e discute-se o que acontece durante os meses de fermentação. Sai-se com um frasco e com o que é preciso para o acompanhar.
Uma mesa, vários lotes e as diferenças entre eles. Misos de idades e cereais distintos, provados lado a lado, para perceber o que a fermentação faz ao sabor ao longo do tempo.
Sessões feitas com quem cultiva o que fermentamos — o trigo barbela, o arroz carolino, os chícharos. O ingrediente explicado por quem o produz, e depois fermentado à frente de quem o vai comer.
As próximas sessões são anunciadas na newsletter e nas redes sociais, normalmente com três a quatro semanas de antecedência. Os grupos são pequenos e esgotam depressa.
Equipas, restaurantes, escolas de cozinha ou um grupo de amigos — fazemos sessões fechadas, adaptadas ao tempo e ao nível de quem participa. Diga-nos o que tem em mente.
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